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Soluções injetáveis na prática clínica - PARTE II

O uso da via injetável para suplementação ortomolecular torna-se ainda mais

importante em algumas situações específicas relacionadas à condição do paciente:

• Quando a via oral não é possível, ou quando as condições do trato gastrointestinal

não garantem a absorção adequada de nutrientes;


• Quando a natureza química ou características do medicamento impedem uma

absorção satisfatória pela via oral (por exemplo, Glutationa);


• Quando um fluido de correção rápida ou eletrólitos circulantes é necessário, ou

quando uma determinada correção nutricional é obrigatória (por exemplo,

hipocalemia);


Da mesma forma, pode-se considerar algumas situações específicas em que a via

parenteral pode ser reconhecida como a melhor forma de garantir a segurança no

tratamento do paciente:


• Quando o efeito farmacológico / clínico necessita ser garantido, uma vez que os

níveis plasmáticos obtidos pela via intravenosa independem do processo de absorção

intestinal;


• Quando o esquema de tratamento deve ser cumprido corretamente no âmbito da

internação, bem como serviços de atendimento domiciliar;


•. Quando a osmolaridade, pH ou tonicidade dos suplementos são fatores a serem

considerados no contexto do paciente (por exemplo, distúrbios renais, cardíacos ou

hepáticos).



Referências:

O’Byrne-Navia A, De Valdenebro AB. Orthomolecular Parenteral Nutrition Therapy. In Nutrition and Integrative Medicine.2018. P 39 – 120.