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O COVID-19 e alterações neurológicas - PARTE I

O novo coronavírus é reconhecido por sua sintomatologia respiratória e gastrointestinal, com manifestações de sintomas gripais como tosse, dor de garganta, dor muscular, febre e coriza, por conta de sua fácil disseminação em poucos meses tornou-se uma pandemia e enigmático para os profissionais de saúde.


Além dos sintomas descritos, há relatos de acometimento neurológico, que pode ocorrer em qualquer pessoa contaminada, ocasionando grandes impactos cerebrais e doenças

neurológicas. Além do mais, podem ocorrer sequelas no sistema nervoso que ainda não se sabe se são ou não reversíveis. Entre as manifestações neurológicas as mais comuns estão: dor de cabeça, tontura, alteração de consciência e distúrbios súbitos do olfato e paladar. A literatura relata que cerca 1/3 dos pacientes hospitalizados apresentam sintomas neurológicos.


O SARS-CoV-2 tem afinidade e replica-se nas células neuronais, e o tecido neuronal também apresenta o receptor da enzima conversora da angiotensina, onde o vírus apresenta grande afinidade e é a porta de entrada do vírus. Alguns casos mais graves como pacientes assintomáticos que apresentaram derrame e estavam positivos para COVID-19. Outras manifestações descritas com relação ao COVID-19 são encefalopatia, síndrome de Guillan-Barré, encefalite viral e meningite.




Referências:

Da Gama BDS, Cavalcante Da Gama BDS, Cavalcante KN. Pandemia do COVID-19: acometimento neurológico e os impactos cerebrais. Brazilian Journal of Health Review. 2020.



Dr. José Fábio Lana, MD

Orthopedic Interventional Pain Management


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