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Mas afinal o que é a Medicina Regenerativa? - PARTE II

Devido à possível contaminação e reações adversas decorrente do uso de tecidos e

células de uma pessoa para outra, ou seja doador e receptor são pessoas diferentes (heterólogo), atualmente busca-se utilizar a célula ou tecido de uma pessoa nela mesma, ou seja doador e receptor são a mesma pessoa (uso autólogo), obtendo assim menor reações adversas e possibilitando um melhor sucesso terapêutico. Dentro das terapias biológicas autólogas atuais, de menor custo e sem utilizando a manipulação mínima das células, nós temos o plasma rico em plaquetas (PRP), aspirado concentrado de medula óssea (BMAC) e a tecido adiposo (nanofat, fração estromal vascular). Todas estes produtos vem sendo explorados na literatura com estudos tanto em animais quanto em humanos na tentativa de avaliar sua eficácia. Muitos deles evidenciam resultados promissores de sua utilização, no entanto, por ser uma área nova e entrar

em conflito com interesses econômicos e também pela necessidade de estudos controlados randomizados com nível de evidência I, os quais são estudos que apresentam maior evidência de sua eficácia, a medicina regenerativa divide opiniões, mas é possível verificar seu benefício especialmente relaciona a dor e função de pacientes com doenças ortopédicas, além da melhoria de qualidade de vida e satisfação do paciente.


Referências:

Mason C, Manzotti E: Regen: the industry responsible for cell-based therapies. Regen. Med.4(6), 783–785 (2009).



Dr. José Fábio Lana, MD

Orthopedic Interventional Pain Management


IOC - Instituto do Osso e da Cartilagem

The Bone and Cartilage Institute ORTHOREGEN INTERNATIONAL COURSE


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