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Hábitos alimentares – Relação dos micronutrientes e a dor crônica - PARTE I

Comumente, as doenças degenerativas se constituem em patologias crônicas, sistêmicas e autoimunes que envolvem articulações, sinovias, esqueleto axial e órgãos como pele e vísceras.


Elas não são exclusividade dos idosos, podendo acometer qualquer pessoa

independentemente da idade, e podem ser causadas ou agravadas por fatores genéticos, traumatismos, obesidade, sedentarismo, estresse, ansiedade, depressão e alterações climáticas.

O tratamento das doenças degenerativas engloba diferentes terapias, utilizando práticas

complementares como dietoterapia e exercícios físicos.


O processo inflamatório decorre da presença de citocinas que interagem com determinados glóbulos brancos, resultando na reação inflamatória sistêmica traduzindo-se em edema, dores, rubor e aumento de temperatura nas articulações afetadas, promovendo a restrição dos movimentos.


Alguns estudos mostram que embora exista predisposição genética para doenças

degenerativas, esta predisposição está associada a fatores ambientais como a redução da concentração de vitamina D.


Além disso, essas doenças estão relacionadas a presença de elevado estresse oxidativo.


Al-Okbi (2012) evidenciou que a inflamação sistêmica ocasiona alterações no metabolismo energético e proteico, condição que ocorre independentemente de uma adequada ingestão alimentar e frequentemente observada na presença de hipermetabolismo e hipercatabolsimo, associada à baixa atividade física.


Referências:

Al- OKBI, SY, Nutraceuticals of anti-inflmammatory activity as complementary therapy for

rheumatoid arthritis, Toxicol Ind Heath, 2012.




Dr. José Fábio Lana, MD Orthopedic Interventional Pain Management IOC - Instituto do Osso e da Cartilagem/ The Bone and Cartilage Institute ORTHOREGEN INTERNATIONAL COURSE Indaiatuba - São Paulo +55 19 3017 4366 Uberaba - Minas Gerais +55 34 3331 7777