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FITOTERAPIA EM TEMPOS DE PANDEMIA - PARTE II

O papel da Echinacea - Parte II


Preparações orais contendo extratos hidro-alcoólicos de Echinacea purpurea e da raiz de Echinacea pallida, administrada 6 dias antes da exposição ao vírus influenza-A, expressam atividades imunomoduladoras, com um potencial de inibir a patogênese do vírus in vivo.


Podemos usar como fonte de extração dos princípios ativos as folhas, as flores e também as raízes. Existe a utilização de forma caseira através de chás, ultradiluições, ou de forma mais segura e eficaz em produtos manipulados como o extrato homogêneo da planta.


Nesta breve pesquisa científica concluímos que a Equinacea pode apresentar um potencial terapêutico no controle das doenças infecto-contagiosas. Os estudos mais atuais tem sugerido esse efeito. Todavia, mais estudos randomizados e controlados, com um número maior de pacientes, devem ser realizados para comprovar essa hipótese. Equinacea pode ser mais uma opção terapêutica adjunta no controle da pandemia do COVID-19.

É importante ressaltar que esse artigo não tem como objetivo estimular uma auto prescrição. Independente do caso é sempre importante consultar um médico ou um fitoterapeuta para adequar o uso desta planta ao grau da patologia.



Referencias:

CATANZARO, Michele. et. Al. Immunomodulators Inspired by Nature: A Review on Curcuminand Echinacea. Molecules. 2018.

MUSTAHSA N BILLAH, Md. et. Al. Echinacea. Chapter. 2018.

GANJURI, M. DARAKHSHAN, S. TAGHIZAD, F. A Review on Pharmacological and Therapeutic

Properties of Echinacea. Symbiosis. 2016.



Drº José Fábio Lana, MD

Orthopedic

Interventional Pain Management


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